O Fusion é líder do segmento de sedãs médio-grandes, mas isso não significa que a Ford pudesse ficar esperando a concorrência reagir. E ela realmente não esperou: pegou um carro que já era muito bom e o aperfeiçoou. Ele ganhou um novo motor: saiu de um quatro-cilindros de 2,3 litros de 162 cv a 6.500 rpm e 203 Nm a 4.500 para outro quatro-cilindros, mas com 2,5 litros, 173 cv a 6.000 rpm e 225 Nm a 4.000 rpm.
Também saiu do câmbio automático de cinco marchas para um um automático de seis. Só não saiu do preço: R$ 84,9 mil, que passa a R$ 88,9 mil com teto solar, o único opcional do carro, além das sete cores da carroceria (Preto Bristol, Prata Munique, Cinza Berlim, Vermelho Ibiza, Branco Sibéria, Verde Lion e Azul Florence).
Além das novidades no modelo mais simples, outra excelente notícia é a chegada da versão V6, com motor 3-litros de 243 cv a 6.550 rpm e 302 Nm a 4.300 rpm. Ela custa R$ 99,9 mil sem teto solar e vai a R$ 103,9 mil com o equipamento.
Em termos de dimensões, o carro só teve acréscimo de 1 cm no comprimento, devido aos novos pára-choques: passou de 4,83 m para 4,84 m. Todo o resto continuou igual: 2,73 m de entreeixos, porta-malas de 530 l e rodas de aro 17″ de liga-leve com pneus 225/50 R17. Nas duas versões. Só a aparência e o interior mudaram bem. E para bem melhor.
O interior tem iluminação configurável. Há sete opções de cores, selecionáveis por meio de um botão. A versão V6 também vem equipada com o sistema SYNC, que incorpora Bluetooth, navegador por GPS (ainda não disponível), comando de voz e tela sensível ao toque com disco rígido de 10 Gb, para armazenamento de músicas.
Fonte: Ford
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